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Equipe CityCorp esteve presente no Congresso da Indústria 2009

Para manter uma base de clientes industriais cada vez mais competitivos não bastam apenas softwares e sistemas, é necessário estar atualizado com a realidade global da indústria. Desta forma a CityCorp está sempre presente em todos os eventos relevantes do setor, para dessa forma desenhar de forma estratégica todas as dinâmicas comerciais de seu portfólio de clientes industriais.

Paulo Skaf, presidente da Fiesp, Adryana Balbo e Vergílio do Amaral consultores de negócios da CityCorp para América Latina.

Paulo Skaf, presidente da Fiesp, Adryana Balbo  e Vergílio do Amaral consultores de negócios da CityCorp para América Latina.

“No momento em que ainda se tem uma crise internacional e o Brasil começa a se recuperar, a hora é de ampliar o crédito e reduzir os impostos. E não ir em sentido contrário”, afirmou Skaf, que defendeu a continuidade da manutenção de isenções fiscais. No discurso de abertura do Congresso da Indústria 2009, o presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp/Ciesp), Paulo Skaf, disse que o evento optou por debater a crise econômica mundial e o momento pós-crise.


Para trazer visões e reflexões distintas, foram convidados representantes da China, da Argentina e do Fundo Monetário Internacional (FMI). “É uma oportunidade para analisarmos as providências tomadas, se foram acertadas ou não e se ainda há riscos para a economia mundial”, afirmou. O evento também contou com outros temas da agenda brasileira, como infraestrutura, inovação, sustentabilidade e educação. “São pontos fundamentais para o desenvolvimento do País nos próximos anos”, salientou Skaf, referindo-se à previsão de crescimento de 5% do Produto Interno Bruto (PIB) previsto para o próximo ano.


“Precisamos nos preparar para este novo ciclo em que o Brasil ocupará papel de destaque no cenário mundial”, reiterou. O líder empresarial fez questão de ressaltar que a indústria continuará gerando riquezas e empregos com responsabilidade ambiental e justiça social.

Vergilio Amaral acompanhando apresentação de Zhang Ping, vice-presidente do Instituto de Economia da Academia de Ciências Sociais chinesa.

 Um dos fatores que envolvem boa parte da base de clientes CityCorp é o fator China, por isso nada mais importante que estar alinhado com o que está acontecendo agora e também o planejamento estratégico daquele país. No ano em que completa 60 anos de seu regime comunista com ares de capitalismo pós-moderno, a China decide ampliar seu mercado interno para minimizar o peso que as exportações assumiram na composição de seu Produto Interno Bruto (PIB).  De acordo com Zhang Ping, vice-presidente do Instituto de Economia da Academia de Ciências Sociais chinesa, a opção se deve à forte retração que as vendas de produtos do país sofreram no mercado global em função da crise financeira. Somente no primeiro trimestre deste ano, a queda foi de 40%. Tombo grande para um país cujo PIB é 20% formado por exportações - cada ponto percentual do PIB corresponde a 2,5% do fluxo de vendas externas. Ao criar um pacote de US$ 600 bilhões para enfrentar a crise, o governo chinês adotou medidas financeiras e monetárias para incentivar o crescimento interno, com foco no setor de construção civil.


“Esses investimentos vão garantir crescimento nos próximos três anos”, afirmou Zhang Ping. “As políticas financeira e monetária vão dar suporte ao crescimento puxado por novas populações urbanas”, garantiu.O pano de fundo da decisão é que a China registrou média de crescimento do PIB de 8% nos últimos 60 anos, sendo que após a abertura econômica, realizada há três décadas, a média atingiu 9,7%. O problema é que com a queda das exportações o percentual só voltou a pontuar acima de 8% no terceiro trimestre deste ano. “Crescimento abaixo desse percentual é visto como recessão na China e acima de 11%, é superaquecimento”, explicou o economista. Agora, o governo chinês aposta na infraestrutura como carro chefe de sua economia. A estimava é que o estoque de recursos para financiamento do segmento da construção civil chegue a US$ 1 trilhão em 2010. “Os investimentos nesse setor vão garantir crescimento e puxar o mercado doméstico”, garantiu Zhang Ping.

 

Força de Vendas Industriais devem estar preparadas para o aumento da Demanda Industrial

Pois o FMI aumenta perspectiva de crescimento global de 2,5% para 3% para 2010. Mesmo com previsões positivas, a instituição ainda prevê aumento do desemprego e indica a continuidade de estímulos fiscais e monetários. O diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI), o brasileiro Murilo Portugal, adiantou nesta segunda-feira (28), durante a terceira edição do Congresso da Indústria, as previsões que a instituição divulgará nesta semana sobre as perspectivas econômicas para os próximos dois anos.Conforme divulgou o dirigente, a economia mundial vem tomando fôlego desde março deste ano, e deve fechar 2009 com arrefecimento de 1%, ante 1,5% previsto. Já para 2010, a instituição reviu suas contas e elevou a taxa de crescimento de 2,5% para 3%.

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